Tradi

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R. São Tiago 83

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João Jaques: A Misericórdia de Fão, embora remonte aos finais do século XVI, a sua actual igreja só terá sido construída já na vigência do século XVIII. O único vestígio verdadeiramente conotado com o período anterior, está numa porta de arestas chanfradas visível no edifício que lhe está acoplado pelo nascente e que, segundo parece, é o que resta do antigo Hospital de S. João de Deus. Templo voltado a norte, apresenta fachada a rematar em frontão triangular, no interior do qual se insere um nicho, com concha decorada, emoldurado de motivos vegetais estilizados e dois corações laterais de inspiração popular. O nicho abriga uma Nossa Senhora, em pedra, que parece datar do século XVIII. A entrada principal, ornada de frontão triangular quebrado, remata em pinha. Sobre ela está um escudo representativo das armas de Portugal, barroco e pintado de amarelo torrado, vermelho, azul e branco. Duas janelas laterais completam o conjunto. Acompanhando o alçado do corpo central, pelo lado oeste está a torre de inspiração barroca que remata em frontão curvo. A meio-corpo possui um relógio em mármore emoldurado numa cartela com motivos vegetalistas. Culmina com dois coruchéus laterais e um catavento central, em forma de peixe. No interior há a realçar, os azulejos policromados seiscentistas e a talha barroca que decora a capela-mor com uma tela onde está representada Nossa Senhora acolhendo no seu manto os crentes e as capelas do Senhor dos Passos e de Cristo Crucificado, ambas de traça barroca. Na estatuária convirá destacar a imagem da padroeira. Nossa Senhora da Misericórdia, de traça seiscentista bem como as imagens de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Leite, Cristo Crucificado, Senhor dos Passos, Santa Luzia e S. Francisco com datas que vão do século XVII ao XVIII.
2020-06-15 07:40:40
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João Jaques: Este edifício é uma construção brasonada que foi construída na fase final do século XVII. Nas suas origens esteve a família Negrão, de Azurara. Manuel Joaquim Lopes Pereira Negrão, natural de Azurara, juiz de fora de Loulé, filho de José João Lopes Pereira Negrão, cavaleiro professo da Ordem de Cristo e de sua mulher D. Maria Josefa Guiomar do Nascimento Pereira, obteve a carta do brasão de armas a 12 de fevereiro de 1778. É este brasão, esquartejado, que se encontra na fachada do imóvel e que representa as armas dos Negrões, Lopes e Pereiras. Uma campanha de obras executada entre 1970 e 1980 alterou de forma profunda a fachada posterior da casa, bem com a estrutura interior, mantendo-se apenas o modelo original do frontispício. De planta rectangular, que se desenvolve longitudinalmente, a casa divide-se em dois pisos. O primeiro registo da fachada possui duas janelas com grade de ferro, uma em cada extremidade, e duas portas de moldura almofadada. O registo superior é rasgado por oito janelas de sacada com varandim de ferro, ao centro das quais foi colocada a pedra de armas da família que mandou edificar o palacete.  O andar de baixo é preenchido por duas janelas gradeadas e duas portas de madeira, almofadadas. Edifício classificado IIP - Imóvel de Interesse Público, Decreto n.º 129/77, DR, 1.ª série, n.º 226 de 29 setembro 1977. É propriedade privada.
2019-09-15 04:50:49

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Eu comprei dois itens para a recolha na calçada. Um estava disponível na loja beechmont e o outro na agradável loja ridge. Segui todas as instruções ao chegar em Beechmont e depois de esperar cerca de 20 minutos decidi ir à loja e lá encontrei alguém que conseguiu obter o artigo que eu tinha encomendado. Depois conduzi até à loja de Beechmont para ir buscar um segundo artigo relacionado e tive a mesma experiência de esperar e esperar e depois finalmente entrar, encontrar alguém e pedir-lhe para me ajudar.
Eu gosto muito de centros comerciais antigos, mas a minha aventura nesta loja hoje deixou-me sem palavras. Senti-me como se estivesse numa feira da ladra, mas sem nada de interessante. Parecia que a minha tia Judy tinha morrido, e os meus primos acreditavam nas mentiras sobre o valor da sua colecção de jazzercize VHS. Eu recomendaria limpar tudo e começar de novo. O pequeno café parecia interessante, com apenas uma funcionária sentada, e eu acredito que ela estava equilibrando seu livro de cheques. Acho que metade do inventário pode ter ficado na parte de trás quando a Hurst IGA fechou.

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